Osteopatia nas disfunções glandulares

Escrito por: Norma Morimoto Nosaki

 

Introdução

A cada ano percebemos o quanto as disfunções do Sistema Glandular são cada vez mais frequentes e comuns em nosso cotidiano.  Pessoas cada vez mais com problemas de tireóide, dismenorréias, TPM, infertilidade, alterações de imunidade, alergias, depressão, astenias, estresse, alterações da glândula hipófise, glândula pineal, os problemas emocionais etc… e não nos damos conta que a maior parte destes sintomas ocorrem devido a perturbações ou disfunções do Sistema Glandular e que estes sistemas são influenciados por diversos fatores.

Cada vez mais estamos sendo tratados pelos nossos sintomas e não nas causas dos mesmos.

A demanda de medicações e tratamentos clínicos ou cirúrgicos aos quais somos impostos nos consultórios de vários profissionais às vezes beira ao absurdo.

Precisamos ter uma visão mais crítica, holística, global de nossos pacientes e de nós mesmos.

Precisamos entender a natureza, principalmente da qual somos gerados físico e psicologicamente, para tentar entender um pouco do todo em que vivemos.

O Homo sapiens originou na África há 200 mil anos atingiu o comportamento moderno há 50 mil anos. É muito pouco perante a grandeza da natureza.

Ao conhecer como estes sistemas funcionam, reagem a diversas situações, como estes sistemas são influenciados pela própria natureza e quais os seus sintomas, podemos usar de nossas técnicas Osteopáticas para normalizá-los.

Não trago a vocês nenhuma grande novidade, mas somente a certeza de poder conhecer um pouco melhor esta natureza humana pelo sistema glandular.

Estresse

“O estresse pode ser definido como a soma de respostas físicas e mentais causados por estímulos externos como situações adversas, acontecimentos, superar determinadas exigências do meio ambiente e o desgaste físico e mental causado por este processo.”

O agente estressante que rompe a homeostasia e pode ser de várias origens:

O “stress” ou estresse pode ser dividido em dois tipos básicos: o estresse crônico e o agudo. O estresse crônico é aquele que afeta a maioria das pessoas, sendo constante no dia-a-dia, mas de uma forma mais suave e com uma duração maior. O estresse agudo é mais intenso e de curta duração – minutos, horas, poucos dias, sendo causado normalmente por situações traumáticas, mas passageiras. Entre os principais fatores do estresse, podemos citar:

• Alterações ou mudanças: certa dose de mudança é necessária. Entretanto, as mudanças violentas podem ultrapassar a capacidade de adaptação do indivíduo.

• Sobrecarga: a falta de tempo, a excessiva carga de pressão em relação à capacidade de assimilação individual e de responsabilidade, a falta de apoio e expectativas exageradas.

• Alimentação incorreta: não é apenas importante o que se come, mas também como se come.

• Fumar: o cigarro libera nicotina que, na fase de menor concentração, já provoca reações de estresse leve, depois bloqueia as reações do organismo e causa dependência psicológica.

• Ruídos: colocam as pessoas sempre em alerta, provocam irritação e a perda de concentração, desencadeando reações de estresse, que podem levar até à exaustão.

• Baixa autoestima: tende a agravar o estresse nestas pessoas.

• Medo: o medo acentua nas pessoas a preocupação sem necessidade, uma atitude pessimista em relação à vida ou lembranças de experiências desagradáveis.

• Trânsito: os congestionamentos, os semáforos, os assaltos aos motoristas e a contaminação do ar podem desencadear o estresse.

• Alteração do ritmo habitual do organismo: provocam irritabilidade, problemas digestivos, dores de cabeça e alterações no sono.

• Progresso: a agitação do progresso técnico é acompanhada de aumento das pressões e de sobrecarga de trabalho, aumentando os níveis de exigências, qualitativas e quantitativas.

Reação de emergência

Uma das primeiras teorias do estresse, apresentada pelo fisiologista Walter Cannon em 1914, ainda antes de a palavra ser utilizada com o sentido atual, foi a chamada “teoria da luta ou fuga” (fight-or-flight). Segundo essa teoria em situações de emergência o organismo se prepara para “o que der e vier”, ou seja, para lutar ou fugir, segundo o caso. Esse tipo de reação foi observado em animais e em humanos. Estudos empíricos puderam observar um outro tipo de reação, chamado “busca de apoio” (tend-and-befriend), observado pela primeira vez em mulheres . Essa outra reação ao estresse caracteriza-se pela busca de apoio, proteção e amizade em grupos.

Síndrome geral de adaptação

Essa teoria, chamada general adaption syndrome em inglês, é a teoria original de Selye (1936), segundo a qual o organismo reage à percepção de um estressor com uma reação de adaptação (ou seja, o organismo se adapta à nova situação para enfrentá-la), que gera uma momentânea elevação da resistência do organismo. Depois de toda tensão deve seguir um estado de relaxamento, pois apenas com descanso suficiente o organismo é capaz de manter o equilíbrio entre relaxamento e excitação necessário para a manutenção da saúde. Assim se o organismo continuar sendo exposto a mais estressores, não poderá retornar ao estágio de relaxamento inicial, o que, a longo prazo, pode gerar problemas de saúde (exemplo: problemas circulatórios). Esse processo atravessa três fases:

  • Reação de alarme: a glândula hipófise secreta maior quantidade do hormônio adrenocorticotrófico que age sobre as glândulas suprarrenais. Estas passam a secretar mais hormônios glicocorticoides, como o cortisol. Este por sua vez inibe a síntese proteica e aumenta a quebra de proteínas nos músculos, ossos e nos tecidos linfáticos. Todo esse processo provoca um aumento do nível de aminoácidos no sangue, que servem ao fígado para a produção de glucose, aumentando assim o nível de açúcar no sangue – a excessiva produção de açúcar poder levar a um choque corporal. Outra consequência da inibição da síntese de proteínas é a inibição do sistema imunológico.
  • Estágio de resistência: caracterizado pela secreção de somatotrofina e de corticoides. Gera, com o tempo, um aumento das reações infecciosas.
  • Estágio de esgotamento: não cessando a fonte de estresse, as glândulas suprarrenais se deformam. Doenças de adaptação podem aparecer.

O complexo amigdala-hipocampo desempenha um papel em dois níveis no tratamento de uma situação estressante.

  • A ativação do hipocampo: a memória dos eventos permitirá a pessoa, associar com o agente estressante os elementos já conhecidos e vividos durante a análise emocional. A secreção de adrenalina e do cortisol aumentará igualmente a memória para permitir a pessoa a sair da situação.
  • As amígdalas cerebrais parecem estar relacionadas com situações que são de grande importância a nossa sobrevivência. Ela nos permite em responder quase que instantaneamente a uma situação de perigo. Por isto, as amígdalas possuem numerosas conexões com outras estruturas cerebrais.

São elas que decidem se a informação se direcionará ao neocórtex para uma análise mais racional ou ao cerebelo, parte integrante do cérebro reptiliano e responsável das reações automáticas.

  • O complexo amígdalino e o sistema límbico influenciam o hipotálamo na gestão das emoções que por sua vez enviam uma mensagem a hipófise que influenciará o sistema endócrino.
  • As tireóides se ativam para favorecer o catabolismo dos glúcidos e a produção de ATP.
  • O fígado aumenta o catabolismo das gorduras e do glicogênio
  • O crescimento se inibe assim como as funções sexuais e imunitárias (segundo Chrousos et Gold, 1992)

Podemos ter sintomas como: dilatação da pupila, opressão da garganta, secura da boca, sensação de pernas sem forças, problemas digestivos e dores de cabeça.

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O nosso sistema glandular está conectado aos Chakras.

A palavra chakra vem do sânscrito e significa “roda”, “disco”, “centro” ou “plexo”. Nesta forma eles são percebidos por videntes como vórtices (redemoinhos) de energia vital, espirais girando em alta velocidade, vibrando em pontos vitais de nosso corpo. Os chakras são pontos de interseção entre vários planos e através deles nosso corpo etérico se manifesta mais intensamente no corpo físico.

São sete os principais chakras, dispostos desde a base da coluna vertebral até o alto da cabeça e cada um corresponde à uma das sete principais glândulas do corpo humano. Cada um destes chakras está em estreita correspondência com certas funções físicas, mentais, vitais ou espirituais. Num corpo saudável, todos esses vórtices giram a uma grande velocidade, permitindo que a “prana”, flua para cima por intermédio do sistema endócrino. Mas se um desses centros começa a diminuir a velocidade de rotação, o fluxo de energia fica inibido ou bloqueado – e disso resulta o envelhecimento ou a doença.

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Os chakras são conectados entre si por uma espécie de tubo etérico (Nadi) principal chamado “Sushumna”, ao longo do eixo central do corpo humano, por onde dois outros canais alternados “Ida” que sai da base da espinha dorsal à esquerda de Sushumna e “Pingala” à direita (na mulher estão invertidas estas posições).

Os Nadis conduzem e regulam o “Prana” (energias yin e yang) em espirais concêntricas. Estes Nadis são os principais, entre milhares, que percorrem todo o corpo em todas as direções, linhas meridianos e pontos. Para os hindus os Nadis são sagrados, é por meio da “Sushumna” que o yogi deixa o seu corpo físico, entra em contato com os planos superiores e traz para o seu cérebro físico a memória de suas experiências.

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As glândulas endócrinas

Possuímos sete glândulas do sistema endócrino: Epífise (Pineal), Hipófise (Pituitária), Tireóide e Paratireóide, Timo, Pâncreas, Supra-renais e Glândulas Sexuais.

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Glândula pineal ou epífise

A glândula pineal é uma glândula endócrina em nosso cérebro, que produz melatonina e, portanto trata de uma parte significativa do nosso “relógio interno.” é o lugar da alma por René Descartes Um defeito na função da epífise pode causar desconforto ou problemas como jet lag, dificuldade queda ou depressão de inverno.

A epífise (glândula ou Corpus pinealis ou pinealis) do tamanho de uma ervilha e está localizada no cérebro, na parte traseira do terceiro ventrículo. Para muitos vertebrados simples é como um ”terceiro olho” também fornecido com células sensíveis à luz e está logo abaixo uma área que permite que a luz na abóbada craniana.

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A epífise é formada nas pessoas na fase embrionária, diretamente sob a cúpula de cabeça, em seguida se moverá para bem dentro do cérebro. As células sensíveis à luz estão degeneradas no homem, mas a epífise reagem à luz externa. Recentemente foram descobertos receptores no olho que reagem à luz externa, especialmente luz pálida, mas eles não têm nada a ver com o processo de ver. A estimulação destes receptores é transportado para o núcleo hipotalâmico supra-quiamáticus (SCN) e o núcleo paraventricularis (NPV) e atinge o sistema gânglio cervical da epífise do sistema nervoso autónomo. Neste local com a reação a luz diminui de produção de melatonina.

A função da epífise secreta serotonina e possui uma enzima para a transformação em melatonina. A síntese da melatonina se forma em 4 etapas enzimáticas a partir do aminoácido triptofano, passando por uma etapa de síntese da serotonina.

A melatonina é secretada aos poucos com a diminuição da luz, sendo o seu pico por volta das 2 e as 5 hs da madrugada. Durante este período favorece a regeneração das outras glândulas. É a grande reguladora do sono em seu tipo e qualidade.

A epífise é a principal glândula reguladora do ciclo circadiano.

Provavelmente tem influência no desenvolvimento sexual, devido a melatonina inibe o aparecimento de características sexuais secundárias , por isto uma destruição da epífise pode levar a uma puberdade precoce.

Seu transtorno pode levar a certas depressões, especialmente as depressões estacional, que também pode estar associado a bulimia e a hipersonolência.

A epífise nos protege da radiação como a radioatividade e os campos magnéticos, mas trabalhar muitas horas em frente a um computador pode afetar a glândula.

A melatonina se bloqueia a pouca influência da luz. A luz que chega aos olhos estimula os neurônios da retina que a transmitem ao hipotálamo e depois ao gânglio cervical superior e finalmente a epífise este influxo inibi a secreção da melatonina que leva ao despertar.

A inervação da epífise é influenciada basicamente pelo sistema nervoso simpático e a estimulação do gânglio cervical superior é inibidora da função epifisária. Portanto uma manipulação da OAA aumenta a função simpática o que leva a uma função inibitória da epífise.

Hipofunção:

•   Problemas de sono.

•   Depressão

•   Disfunção da tireóides, suprarenais, pâncreas e sexual

•   Inversão no ciclo de sono: sonolência diurna e insônia noturna

•   Envelhecimento precoce, osteoporose, enfermidade cardíacas ou puberdade precoce.

•   Agressividade, nervosismo, irritabilidade

•   Dificuldade para relaxar-se, encontrar a si mesmo, meditar

•   Parkinsson, Alzheimer

Hiperfunção:

•   Sonolência

•   Baixa temperatura corporal

•   Tendência a viver de forma mais imaginativa e psíquica que física.

7o CHAKRA – CORONÁRIO (COROA)

- Localização: No topo da cabeça. E o portal da espiritualidade, do reconhecimento da existência de Deus em nós, no outro e em todo o universo.

- Representa a relação que temos com a espiritualidade e com o universo.

- Constitui o cume do aumento da energia para a superfície, o local da realização.

- É a união das atividades espirituais, a canalização das energias dos planos superiores por tanto é um receptáculo da visão no sentido divino.

- Equilíbrio da epífise e hipófise. Equilíbrio do sistema nervoso.

Desequilíbrio:

- Física: é o equilíbrio do SNC (depressão, sono, problemas neurológicos)

- Emocional: coerência, auto-estima, sensação de solidão, sensação de estar perdido, egocentrismo, etc.

Tratamento

- Geralmente encontramos as hipofunções

- Tratar as glândulas SR e tireóides quando em disfunções

- TCS e membranas intracranianas: normalizar todas compactações  e/ou as      lesões sacras

- Liberar a fossa posterior do crâneo

- Normalizar os seios cavernosos e CV4

- Técnicas de normalização da epífise.

- Normalização da OAA com técnicas de inibição.

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Liberação artéria vertebral

 

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Normalização da epífise

 

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Normalização da epífise

 

Glândula hipófise ou pituitária

Glândula Hipófise ou Pituitária é uma glândula endócrina localizada na sela túrcica do esfenoide e é recoberto pela tenda da hipófise e lateralmente por uma pequena circunferência da tenda do cerebelo e as paredes do seio cavernoso. Se liga ao hipotálamo através do pedículo hipofisário ou infundíbulo. A hipófise é uma glândula que produz numerosos e importantes hormônios, por isso antigamente era reconhecida como glândula-mestre do sistema nervoso. Hoje sabe-se que grande parte das funções desta glândula são reguladas pelo hipotálamo.

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A hipófise é vascularizada pelas artérias hipofisárias superior e inferior, provenientes da artéria carótida interna. A drenagem venosa se faz pelas adenohipofisárias queque drenam para os sinus cornonários e cavernosos e as jugulares.

Constitui a integração principal entre os sistemas nervosos, endócrinos e é o sistema simpático.

Recebe informações de várias regiões do encéfalo: sistema límbico, córtex, tálamo, sistema reticular e dos sinais sensoriais dos órgãos internos, do sistema visual e das experiências dolorosas e emotivas.

A sua função endócrina corresponde a região anterior e uma função reguladora do comportamento.

Regula as funções de fome, sede, respiração, temperatura e pressão corporal.

Coordena e harmoniza todas as funções de nossos tecidos.

Os hormônios tróficos ou trópicos atuam sobre outras glândulas endócrinas regulando suas secreções. O sistema nervoso central manifesta seu controle sobre a hipófise através do hipotálamo via ligações nervosas ou substâncias parecidas com hormônios conhecidas como fatores de liberação no sexo.

Os hormônios tróficos são classificados em:

Tireotrópicos: atuam sobre a tireóide.

Adrenocorticotrópicos: atuam sobre o córtex da glândula adrenal (supra-renal).

Gonadotróficos: atuam sobre as gônadas masculinas e femininas.

Somatotróficos: atuam no crescimento, promovendo o alongamento dos ossos e estimulando a síntese de proteínas e o desenvolvimento da massa muscular. Também eleva o consumo de gorduras e inibe a síntese de insulina do pâncreas, aumentando a concentração de glicose no sangue.

Adeno-hipófise:

  • Hormônio do crescimento (somatotrofina): atua sobre as cartilagens de crescimento dos ossos; controla parte do metabolismo de gorduras, proteínas e carboidratos.
  • Adrenocorticotrópico (ACTH): estimula a secreção dos hormônios córticosupra-renais.
  • Hormônio folículo-estimulante (FSH): estimula a formação do folículo de Graaf do ovário, dos túbulos seminíferos do testículo e também estimula a espermatogênese.
  • Hormônio luteinizante (LH): regula a produção e liberação de estrogênio, progesterona e de testosterona.
  • Prolactina: estabiliza a secreção do estrogênio e progesterona e estimula a produção de leite.
  • Tirotrofina: estimula as tiróides e a formação de tiroxina.
  • Mamotroficas: prolactina

Porção intermédia:

  • Estimuladora de melanócitos (MSH): regula a distribuição dos pigmentos.

Neuro-hipófise:

  • Ocitocina: atua no útero favorecendo as contrações no momento do parto, e em nível mamário facilita a secreção do leite.
  • Vasopressina (ADH): regula a contração dos vasos sangüíneos, regulando a pressão e ação antidiurética sobre os túbulos dos rins.

OBS: Atualmente são comprovadas que as lentes oculares ou óculos, a oclusão e a placa oclusal, são fatores muito comuns das lesões das SEB.

Hiperfunção

Dependendo das emoções ocorre a liberações de algumas glândulas:

  • TSH: opressão na garganta, palpitações, tremores hiperexcitação
  • FSH: sinais de hiperestrogenismo
  • ACTH:calafrios, sudores frias, palpitações, depressão  na região suprarrenal com espasmo musculares e entumecimento. Sustos (hiperadrenia).
  • LH: sudores frias, hiperseborréia, transtornos menstruais, excesso de pilosidade nos membros inferiores nos homens.
  • Pode desencadear disfunções de várias glândulas.

Hipofunção

  • A insuficiência se manifesta principalmente nas suprarrenais e tireóides.
  • Cansaço, intemperança, metabolismo lento, hiper sonolência, perda de cabelo
  • Sinais de insuficiência das suprarrenais: hipotensão, hipoglicemia, exaustão repentina, cansaço físico e psíquico que aumenta com durante o dia.
  • Dificuldade de tomar decisão
  • As vísceras tem tendência a relaxar-se, o tecidos estão mais flácidos
  • Tono psíquico geralmente baixo
  • Dificuldade para suportar as mudanças de estação
  • Transtornos de libido e problemas de fertilidade.

6º CHAKRA – TERCEIRO OLHO

- É a base da consciência, a identidade profunda, as aspirações e as inclinações naturais do indivíduo.

- Representa a maneira de como entramos em contato como mundo exterior e de como expressamos a nossa personalidade.

- É a fonte da inteligência, do controle, da sabedoria.

- Dá acesso a uma visão mais profunda da vida, sua ativação completa representa a máxima união do corpo e espírito.

- Coordena os 2 hemisférios do cérebro.

Desequilíbrio:

- Físico: sinusites, dores cervicais, dores de cabeça crônicas, transtornos oculares.

- Fisiológico: idéias obsessivas, pensamentos recorrentes, transtornos de sono, confusão mental e dificuldade para fazer escolhas.

- Imaginação perturbada, realidade distorcida.

- Risco de negar tudo que lhe parece irracional.

Tratamento

  • O ritmo de flutuação da SEB, em relação a hipófise, nos mostrará o nível de função da glândula.
  • Ritmo SEB rápido nos indica uma hiperfunção ou ritmo mais lento uma hipofunção.
  • Correções da SEB: as disfunções e ossos da face
  • O.M. porção petrosa do temporal (carótida e sinus venoso) e ATM
  • Sacro
  • C1/C2/C3: (inervação simpática da hipófise) As técnicas estruturais estimulam mais a hipófise.
  • Normalização das artérias carótidas interna e externa, a artéria hipotalâmico-hipofisária.
  • A função fluídica se normalizará em função do ritmo e amplitude do movimento.
  • As técnicas de V-Spread podem ser utilizadas para estimular e reativar a glândula em hipofunção.
  • Estas técnicas devem ser utilizadas após a correção óssea e membranosa.

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 Liberação artéria carótida interna

 

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Normalização da SEB

 

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Normalização da hipófise

 

Tireóides

Tireoide (termo derivado da palavra grega “escudo”, devido ao seu formato) é uma das maiores glândulas endócrinas do corpo. Ela é uma estrutura de dois lobos localizada no pescoço (em frente à traqueia) e produz hormônios, principalmente tiroxina (T4) e triiodotironina (T3), que regulam a taxa do metabolismo e afetam o aumento e a taxa funcional de muitos outros sistemas do corpo. O iodo é um componente essencial tanto do T3 quanto do T4. A tireoide também produz o hormônio calcitonina, que possui um papel muito importante na homeostase do cálcio. O hipertireoidismo (tireoide muito ativa) e hipotireoidismo (tireoide pouco ativa) são os problemas mais comuns da glândula tireoide.

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A sua função é regular o nível de energia ativa do corpo. Regula o metabolismo em função as necessidades do organismo. Com estresse ou ao esforço, controla e mobiliza as reservas energéticas do corpo para que as respostas de adaptação sejam eficazes.

As principais funções da tireóide são: aumentar a temperatura corporal para uma melhor regulação metabólica, favorece o crescimento dos ossos, os dentes e o sistema nervoso hormonal com o hormônio de crescimento, aumenta as funções vitais de nossos órgãos comuns como músculos, coração, tubo digestivo melhorando as capacidades digestivas e de trânsito.

Paratireóides

As glândulas paratireóides são, tipicamente, quatro glândulas endócrinas que se situam posteriormente à glândula tireóide. Podem, por vezes, estar embebidas na mesma. As quatro podem ser descritas como um par de paratireóides superiores e um par de inferiores, atendendo à sua localização relativa. É também comum a presença de mais do que quatro paratireóides, podendo existir seis ou mesmo oito. Estas glândulas produzem paratormona/hormona paratireóideia (PTH), a principal hormona da regulação da concentração de cálcio no sangue.

O hormônio da paratireóide aumenta a absorção de vitamina D e a síntese de 1,25(OH)2 Vitamina D; e absorção intestinal de cálcio, o que se traduz num incremento rápido e sustentado da quantidade de cálcio no sangue. Também tem influência na concentração sanguínea de fosfato, aumentando a excreção renal deste íon pela diminuição da sua reabsorção nos túbulos renais.

O hormônio da paratireóide (PTH ou paratormônio) é um hormônio secretado pelas glândulas paratireóides. Ele atua aumentando a concentração de cálcio no sangue, ao passo que a calcitonina (um hormônio produzido pelas células parafoliculares da tireóide) atua diminuindo a concentração de cálcio.

O paratormônio estimula a atividade osteolítica (destruidora do cristal do osso) dos osteoclastos e a osteólise osteolítica (reabsorção de cálcio e fosfato em osso ainda não mineralizado); aumenta a absorção renal de cálcio; aumenta a absorção de vitamina D e a síntese de 1,25(OH) 2 Vitamina D; e absorção intestinal de cálcio, o que se traduz num incremento rápido e sustentado da quantidade de cálcio no sangue.

Também tem influência na concentração sanguínea de fosfato, aumentando a excreção renal deste íon pela diminuição da sua absorção nos túbulos renais e isso pode ser fatal.

As tireóides e paratireóides tem relação com os ligamentos esternopericários, vertebropericárdios, charneira cérvicotorácica, gânglio estrelado e cervical médio, músculos supra e infrahióideos e base occipital.

São vascularizadas pelas artérias tireóideas superiores que são derivadas das artérias carótidas externas e das artérias tireóideas inferiores derivadas da artéria subclávia. Devido á isto é essencial liberar estas artérias com as técnicas Osteopáticas Arterial.

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Os músculos suprahióideos tem relação com a língua e com o diafragma pélvico, nas disfunções em relação a sexualidade e o vaginismo, inicialmente temos que trabalhar o diafragma hioideo, devido a relação inicial com o aleitamento materno.

A parede visceral das tireóides estão relacionadas com os músculos esterno-tireóides, omo-hióides, tiro-hióides e ECOM e também os escalenos. A parede vascular também é comprimida pelos dois planos musculares. Estas estruturas miofasciais põem levar a uma diminuição da vascularização.

As tireóides estão envolvidas pelas fáscias cervicais médias e profundas, posteriormente tem uma relação importante com estruturas vasculares que sustentam a carótida por dentro, a jugular por fora, o nervo vago por trás e os nervos recorrentes que sobem para cada lado da traquéia.

Este tubo se insere através da capa peri-faríngea, no alto da base do occipital e prossegue caudalmente até o mediastino, por uma lâmina tiro-pericárdica por uma capa profunda.

Posterointerna a tireóide se fixa a traquéia, a faringe e ao esôfago.

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Possíveis causas de disfunções tireóide e/ou de produção de rT3:

  • Estresse e emoções fortes. A não-expressão de si mesmo, não poder fala, um conflito com noção de tempo, ser pressionado a fazer as coisas mais rápido ou não.
  • As enfermidades crônicas
  • Intoxicação por metais pesados principalmente com o mercúrio
  • Deficiência mineral, particularmente de selênio e depois iodo, ferro, zinco e cobre todos antagonistas.
  • Deficiência de selênio indica principalmente uma diminuição de conversão de T4 em T3.
  • Diminuição de ferritina, falta de vitamina B12
  • Baixa quantidade de progesterona pode levar a um hipotireoidismo à longo prazo.
  • Baixo índice de cortisol indica que as reservas das SR estão esgotadas
  • Resistência à insulina indica uma hipofunção pancreática
  • Fígado e rins são afetados em sua função.
  • Contaminações orgânicas e ambientais.
  • Alergia a glúten
  • Infecção severa que leva a uma pneumonia.

Hiperfunção

  • Fobia, sudoreses e sudorese nas mãos
  • Taquicardia em repouso
  • Tremores internos
  • Tremores nas mãos
  • Nervoso, irritabilidade, idéias fixas
  • Dificuldade de engordar
  • Aumento de apetite
  • Insônia
  • Tendência a diarreias (carência de minerais e vitimina B, simpaticotomia)

Hipofunção

  • Desânimo, baixa temperatura corporal de 0,5 C,
  • Bradicardia
  • Cansaço, sonolência diurna (estresse endócrino geral)
  • Queda de cabelo
  • Cefaléias, sobretudo de manhã que diminui durante o dia
  • Náuseas (fígado intoxicado, hipoglicemia, debilidade das SR)
  • Dificuldade para concentrar-se, pensamentos confusos.
  • Hioglucemia e diminuição do apetite (pâncreas)
  • Constipação (carências de fibras, ácidos grasos essenciais, simpaticotomia).
  • Irritabilidade, ansiedade e depressão.
  • Pele seca e infiltrada por líquidos, congestão do sistema linfático e edema dos tecidos.
  • Rouquidão, alergias, zumbidos e tinidos
  • Diminuição da força física: as contrações musculares são menos eficientes e dores musculares aos esforços.

5º CHAKRA : GARGANTA

- Situado na base do pescoço, localiza-se na garganta.

- Está associado ao mundo da comunicação, expressão, audição e todos os usos do som e da palavra. Quando expandido, podemos expressar sentimentos de forma clara, harmoniosa e bela, evocando realidades superiores. É responsável pelo rejuvenescimento e longevidade. É a passagem, o caminho que as emoções contidas no coração necessitam atravessar para serem harmonizadas, conduzindo à expressão do seu poder e vontade.

- Rege a glândula tireóide – hipotálamo, aparelho brônquico e vocal, pulmões e canal alimentar.

- As suas funções incluem a criatividade, receptividade, habilidade para comunicar, discurso, som, vibração, comunicação.

- Este Chakra indica como qualidades e lições a aprender: poder da palavra falada, verdadeira comunicação, expressão criativa no discurso, na escrita, nas artes. Integração, paz, verdade, conhecimento, sabedoria, lealdade, honestidade, confiança, amabilidade, gentileza. Pode manifestar como qualidades negativas, se a pessoa estiver funcionando numa baixa vibração, as seguintes características: problemas na comunicação e/ou discurso, excesso de uso insensato do conhecimento, ignorância, falta de discernimento, depressão e problemas da tiróide.

Tratamento

  • Globalmente:
  • SEB, sacro e normalização do ritmo crâneosacro
  • Diafragma
  • Fígado e rins para transformação de T4 em T3
  • Tratamento de outras glândulas em desequilíbrio
  • Tensões fasciais superiores e inferiores
  • C0/C1, C2/C3  SEB
  • C5/C6 (gânglio estrelado) T1/T2 e articulações dos níveis relacionados
  • Normalização da artéria carótida e artérias tireóideas, X PC, nervo laríngeo superior e o recorrente
  • Normalização estrutural das cervicais e dorsais altas
  • Normalização da motilidade da tireóide.

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Liberação da artéria carótida

 

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Normalização dos supra hioideos

 

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Liberação da artéria torácica inferior

 

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Normalização da fáscia cervicotorácica

 

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Liberação da artéria subclávia

 

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Correção da OAA

 

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Liberação da tireóide

 

Timo

O timo é um órgão linfático que está localizado na porção antero-superior da cavidade torácica. Limita-se superiormente pela traquéia, a veia jugular interna e a artéria carótida comum, lateralmente pelos pulmões e inferior e posteriormente pelo coração. É vital contra a autoimunidade. Ao longo da vida, o timo involui (diminui de tamanho) e é substituído por tecido adiposo nos idosos, o que acarreta na diminuição da produção de linfócitos T.

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Função

Em termos fisiológicos, o timo elabora uma substância, a timosina, que mantém e promove a maturação de linfócitos e órgãos linfóides como o baço e linfonodos. Existe ainda uma outra substância, a timina, que exerce função na placa mioneural (junção de nervos com músculos) e, portanto, nos estímulos neurais e periféricos, sendo grande responsável por uma doença muscular chamada miastenia grave.

Externamente, o timo é envolto por uma cápsula de tecido conjuntivo, de onde partem septos que dividem o órgão em numerosos lóbulos. Cada lóbulo apresenta uma capa, o córtex, que é mais escura e uma polpa interior, a medula, que é mais clara. Tanto a zona cortical quanto a medular apresentam células de estrutura epitelial misturadas com um grande número de linfócitos T, possuidores dos marcadores OKT-6 de timócitos e, ocasionalmente, células B e macrófagos. Já na medula, a densidade é menor, fato explicado que células produtoras de anticorpos nascem na porção medular, migrando depois para a região cortical, onde podem evoluir para macrófagos.

O timo em situação de estresse agudo pode sofrer uma atrofia, podendo chegar a metade do seu tamanho em 24 horas.

Com elação ao nível energético, será o primeiro órgão afetado por uma alteração emocional. Sua atividade será influenciada pela nutrição, relações sociais e postura do indivíduo.

Sua inervação simpática é realizada pelo gânglio estrelado e a parassimpática o nervo vago.

Sua vascularização é realizada pela artéria trabecular (após a artéria torácica interna e as ramas da artéria tireóidea inferior).

Hipofunção

  • Diminuição da imunidade: tendência a contrair facilmente enfermidades contagiosas, virais, bacteriana e micóticas.
  • Sinais de cansaço, infecções de recuperação lenta, candidíases sistêmicas, infecções vaginais de repetição. Alergias
  • Assimetria no funcionamento dos dois hemisférios cerebrais que geram estresse inapropriadas com domínio de um hemisfério sobre o outro.

Hiperfunção

  • Enfermidades autoimunes que podem afetar as articulações, rins, coração, as células do sangue ou qualquer outro tecido do organismo.
  • Asma urticária, eczema, renitis, artrite reumatoide, lúpus e possivelmente diabetes

O Timo e a Psique

O timo equilibrado é capaz de controlar os linfócitos para que atuem em harmonia com o seu interior. Ajuda a diferenciar entre aquilo que nos pertence e o que nos agrade.

Em alguns casos o timo fabrica os anticorpos para limitar ou acelerar o crescimento das outras glândulas endócrinas.

Pessoas que desenvolvem doenças autoimunes tem tendência a serem pessoas que de ter preocupações com os outros. As pessoas podem sentirem-se sobrecarregada até ao ponto de se auto agredirem.

Psicologicamente e energicamente, há uma relação entre o amor e como se posiciona perante a ele.  É o centro do Ying-Yang e feminino-masculino. Ajuda a equilibrar os dois hemisférios e também o sistema simpático e parassimpático.

40 CHAKRA – CORAÇÃO

- Função: compaixão. A paz interior. Cor turquesa

- Emite vibrações similares as ondas de rádio e afeta todos os outros chakras.

- O Chakra do Coração é sobre o amor, a bondade e a afeição. Quando está aberto, você é piedoso e amigável, e você trabalha em relacionamentos harmoniosos.

- Quando seu Chakra do Coração é sob-ativo, você é frio e distante.

- Se este chakra for sobre-ativo, você está sufocando as pessoas com seu amor e este provavelmente tem razões completamente egoístas.

- O Chakra do timo é o equilíbrio da felicidade, paz e amor incondicional.

Tratamento

Globalmente: liberar OAA, esterno e tensões da cadeia central que estão sobre o timo como a bainha visceral do pescoço, tireóide, coração, pericárdio e também o diafragma.

- Percussões esternais para estimular o timo

- Normalização da mobilidade e motilidade do timo

- Equilíbrio esterno-torácico e a cadeia central para normalizar a função

- Anel torácico e dorsais altas e médias, utilizando técnicas de estimulação ou inibição.

- Nervo vago, artérias torácicas internas e tiroidianas inferiores.

- Prescrever atividades cruzadas.

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Liberação do anel torácico

 

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Percussões sobre o Timo

 

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Liberação artéria torácica interna

 

Baço

O baço é um órgão do corpo humano, de forma oval, pesando cerca de 150 g, situado na região hipocôndriaca esquerda, à esquerda e atrás do estômago, por cima do pólo superior do rim esquerdo. Possui uma face diafragmática (que se relaciona com o diafragma) e uma face visceral (que se relaciona com o estômago, o cólon transverso e o rim esquerdo).

É o maior dos órgãos linfáticos e faz parte do sistema reticuloendotelial, participando dos processos de hematopoiese (produção de células sanguíneas, principalmente em crianças) e hemocaterese (destruição de células velhas, como hemácias senescentes – com mais de 120 dias). Tem importante função imunológica de produção de anticorpos e proliferação de linfócitos ativados, protegendo contra infecções, e a esplenectomia (cirurgia de retirada do baço) determina capacidade reduzida na defesa contra alguns tipos de infecção. É um órgão extremamente frágil, sendo muito suscetível à ruptura, em casos de trauma ou ao crescimento (esplenomegalia) em doenças do depósito e na hipertensão portal.

O órgão se caracteriza por duas funções, a linfoide e a vascular, formando a polpa branca ou polpa lienal que é composta por folículos linfáticos, circundados pela polpa vermelha.

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Funções do Baço

O baço controla, armazena e destrói células sanguíneas. Trata-se de um órgão esponjoso, macio e de cor púrpura, quase do tamanho de um punho e localizado na região superior esquerda da cavidade abdominal, logo abaixo das costelas. O baço funciona como dois órgãos: a polpa branca faz parte do sistema de defesa (sistema imune) e a polpa vermelha remove os materiais inúteis do sangue (p.ex., hemácias defeituosas). Certos leucócitos (linfócitos) produzem anticorpos protetores e têm um papel importante no combate às infecções. A polpa vermelha contém outros leucócitos (fagócitos) que ingerem o material indesejável (p.ex., bactérias ou células defeituosas) do sangue circulante.

A polpa vermelha controla os eritrócitos, determina quais são anormais ou velhos demais ou lesados e não funcionam adequadamente, e os destrói. Consequentemente, a polpa vermelha é algumas vezes denominada cemitério de eritrócitos. A polpa vermelha também serve como depósito de elementos do sangue, especialmente de leucócitos e plaquetas. Quando é realizada uma esplenectomia (remoção cirúrgica do baço), o corpo perde parte da sua capacidade de produzir anticorpos protetores e de remover bactérias indesejáveis do sangue. Consequentemente, a capacidade do corpo de combater as infecções é reduzida. Após um breve período, outros órgãos (principalmente o fígado) aumentam sua capacidade de combate às infecções para compensar essa perda e, por essa razão, o risco de infecção não dura toda a vida.

Nas mononucleoses sempre temos um comprometimento do baço.

O baço renova as células e pode implicar no desenvolvimento d SNC, pâncreas, pele, coração, sangue, testículos, timo, rins, fígado, pulmões, placenta, intestinos e língua.

Em 80% das disfunções do baço implica nas disfunções da artéria esplênica.

Hipofunção e hiperfunção

  • São os mesmos que se relacionem com o timo.
  • Nos problemas de imunidade, devemos pensar de forma global o timo, baço, amigdalas e sistema linfático.

Tratamento

- Normalização de sua artéria, principalmente a artéria esplênica

- Normalização e equilíbrio víscero-fascial do baço, seu parênquima e suas articulações

- Técnica de bombeio do baço

- T9/T10 e costelas inferiores, principalmente do lado E

- Normalização miofascial e estrutural destes lados

- O pâncreas e o estômago tem que ser tratados quando em disfunção

- A região do plexo solar para o tronco e o gânglio celíaco por sua contribuição nervosa.

- C4/C5 para o nervo frênico

- OM e cervicais altas devido ao nervo vago

- Uma disfunção de tireóide e suprarrenais pode originar uma disfunção imunológica.

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Normalização do Baço

 

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Liberação da artéria esplênica

 

Pâncreas

O pâncreas é uma glândula de aproximadamente 15 cm de extensão do sistema digestivo e endócrino dos seres humanos que se localiza atrás do estômago e entre o duodeno e o baço. O pâncreas está implicado em dois processos grandes: a glicemia e a digestão, ele é tanto exócrino (secretando suco pancreático, que contém enzimas digestivas) quanto endócrino (produzindo muitos hormônios importantes, como insulina, glucagon e somatostatina). Divide-se em cabeça, corpo e cauda. O pâncreas é um órgão produtor de enzimas, proteínas que aumentam a rapidez das transformações químicas.

O pâncreas endócrino secreta insulina e glucagon para controlar a glicemia e as gorduras de reserva.

A insulina diminuiu a glicemia e favorece a transformação do excesso de glucogênio armazenado nas gorduras.

O glucogênio aumenta a glicemia para evitar uma queda de açúcar muito importante. Ajuda também na fabricação de açúcar à partir de proteínas e das gorduras.

O pâncreas exócrino secreta o suco pancreático que contem enzimas para favorecer a digestão das proteínas, açúcares e das gorduras pelo canal de Wirsung junto com o conduto biliar no duodeno.

Seu equilíbrio tem grande importância sobre as supra renais e eventualmente na função ovárica e testicular.

As artérias que irrigam o pâncreas são as suprarrenais superiores da artéria frênica inferior.

O pâncreas segrega a insulina que une os receptores celulares e permite a entrada de glucosa nas células (para ser metabolizado em energia). Ele permite uma estabilização da glicemia,

Nas pessoas em que o pâncreas está em hipofunção, observamos um período de resistência a insulina.

O pâncreas continua segregando a insulina porem esta já não tem muito efeito sobre estes receptores: é o fenômeno de insensibilização ou resistência a insulina. Por tanto, a glucosa não penetrará mais nas células que se acumulam na circulação sanguínea. Ocorre assim o aumento da glicemia. Est aumento estimula a hipersecreção de insulina.

O metabolismo dos glúcidos se faz em diferentes etapas:

- Euglicemia

- Hipoglicemia

- Resistência a insulina com hiper insulinemia (síndrome X)

- Hiperglicemia

- Diabete tipo II

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Hipofunção

Em caso de hiperglicemia, o pâncreas não produz insulina suficiente ou existe a resistência a insulina

- Aumento do açúcar sanguíneo.

- Micção frequente, sede excessiva, aumento do apetite, cansaço, perda de resistência as infecções, pensamentos confusos, peso físico e psíquico, tensões escapulares, dores em ombro esquerdo, cefaleias, Com o tempo leva a lesões vasculares.

Hiperfunção

Em caso de hipoglicemia, o excesso de insulina dificulta a transformação do glucogênio do fígado em glucosa, resultando;

- Uma queda de glucosa no sangue e provoca a secreção pelas supra renais de adrenalina e glucocorticóides.

- Em consequência, se pode levar a uma hiperatividade simpática, má digestão, nervoso, taquicardias, mal estar com formigamentos nas extremidades e envolta dos lábios, sudoreses frias.

O pâncreas e a psique

- A hipoglucemia pode ser influenciada por: estresse elevado (psíquico, traumático, infeccioso, alérgico…) Durante o estresse há automaticamente uma liberação de glucosa no sangue que resultará numa queda de glicemia posteriormente através da insulina.

- Emocionalmente o pâncreas representa a capacidade de expressar o sentimentos e integrar o amor em nós mesmos e sentimentos oposto como a cólera. Como o açúcar esta relacionado com o amor, ternura e o afeto. A hipoglucemia pode se manifestar nas pessoas que se doam mais do que recebem. A diabetes inicialmente se associa com a tristeza interior e às vezes inconsciente.

- As disfunções pancreáticas afetam enormemente: a hipoglucemia = ansiedade e a hiperglicemia = depressão.

3o CHAKRA: PLEXO SOLAR

  • Representa o pai, a energia, o fogo do corpo. É o que permite a assertividade, o poder pessoal, o ego.
  • Consiste o equilíbrio de todas nossas emoções positivas e negativas.
  • A abertura deste chakra permite a afirmação de nós mesmos, o respeito, o respeito dos outros, a capacidade de solucionar os problemas  de ser conscientes do nosso poder infinito..
  • Está conectado ao estômago, fígado, vesícula biliar e pâncreas.
  • É por ele que assimilamos a energia solar que nos nutre, entre outras coisas o corpo etérico que leva a vitalidade do nosso corpo  psíquico.
  • Sinais de equilíbrio: Espírito de síntese, compreensão – autonomia, bom equilíbrio, reflexos rápidos, não culpabilidade, boa digestão, paz interior, criatividade. Autoridade, Energia, Humor, Imortalidade, Poder pessoal e transformação.
  • Sinais de insuficiência: Falta de espontaneidade, culpabilidade, falta de coordenação, lentidão, irritabilidade, dificuldade de integração social, medo, ódio, problemas digestivos e raiva.
  • Sinais de excesso: desgaste precoce por excesso de iniciativa, anti conformismo, preocupações exageradas, instabilidade, cãibras, pirose estomacal, digestão dolorosa. Desejo de conquista, de dominação do outro.
  • Problemas associados: úlceras de estômago, desequilíbrio psíquico e físico, hipo ou hiperglicemia, abdômen dilatado, emagrecimento, roncos, cãibras estomacais, emoções bloqueadas.

Tratamento

- Normalizar a mobilidade do pâncreas no plano víscero-fascial e também a raiz do mesentério e o meso cólon transverso.

- Normalizar a motilidade do pâncreas

- Liberar suas relações: espasmo do duodeno, estômago, baço, Normalizar o plexo solar.

- Normalizar as supra renais.

- Normalizar as dorsais e as costelas principalmente T5 à T9

- Técnicas de estimulação para a hipofunção (hiperglicemia) ou inibição do SNS para a hiperfunção (hipoglicemia)

- Liberação e normalização da SEB , principalmente a sutura OM e os forame jugular.

- OAA

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Liberação da artéria hepática

 

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Técnica de pâncreas

 

Testículos e ovários

O testículo é a gônada sexual masculina dos animais sexuados produzindo as células de fecundação chamadas de espermatozóides(os gâmetas masculinos). Nos mamíferos ocorre aos pares e são protegidos fora do corpo por uma bolsa chamada escroto. Podem também ficar no interior do corpo de animais (geralmente os répteis ou os marinhos). Têm função de glândula produzindo hormôniosmasculinos. Sua função é homóloga a dos ovários das fêmeas.

Nos seres humanos, os testículos são suspensos pelos cordões espermáticos formados por vasos sanguíneos e linfáticos, nervos,músculo cremaster, epidídimo e canal deferente.

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Função

Assim como os ovários (aos quais os testículos são homólogos), os testículos são componentes dosistema reprodutor (sendo gônadas) e do sistema endócrino (sendo glândulas endócrinas). As funções dos testículos são as seguintes:

  • Produção de espermatozóides
  • Produção de hormônios sexuais masculinos, dos quais a testosterona é bem conhecido.

Ambas as funções dos testículos, formação de espermatozóides e função endócrina, estão sob o controle de hormônios gonadotróficos produzidos pela pituitária anterior:

  • Hormônio luteinizante (LH)
  • Hormônio folículo-estimulante (FSH)

Regulação do Sistema Reprodutor Masculino A regulação hormonal do homem é controlada pelo complexo hipotálamo-hipófise através das gonadoestimulinas. Fisiologia do Sistema Reprodutor Masculino Hipotálamo Hipófise Gonadoestimulinas – FSH (Folículoestimulina) – LH (Lúteoestimulina)

Regulação hormonal ao nível dos testículos A LH e a FSH são produzidas na hipófise e vão actuar ao nível dos testículos. A LH estimula a produção de testosterona. A FSH estimula a produção de espermatozóides. Fisiologia do Sistema Reprodutor Masculino ESPERMATOGÉNESE

Hormona Sexual Masculina TESTOSTERONA Fisiologia do Sistema Reprodutor Masculino É produzida nos testículos – Células de Leydig. Hormona responsável pelo desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários. Estimula a produção de espermatozóides.

Regulação hormonal ao nível dos testículos Mecanismos de retroacção : Aumento da produção de testosterona. Inibem o complexo hipotálamo- -hipófise. Baixa a produção de hormonas hipofisárias. FSH e LH Inibe os testículos. Baixa a produção de testosterona. Estimula o complexo hipotálamo- -hipófise. Aumenta a produção de hormonas hipofisárias. FSH e LH Estimulam os testículos. Fisiologia do Sistema Reprodutor Masculino

Fisiologia do Sistema Reprodutor Feminino Regulação do Sistema Reprodutor Feminino A regulação hormonal da mulher é controlada pelo complexo hipotálamo-hipófise através das gonadoestimulinas. Gonadoestimulinas – FSH (Folículoestimulina) – LH (Lúteoestimulina) Hipotálamo Hipófise

- FSH estimula a actividade folicular levando à produção de estrogénios. – LH estimula a formação do corpo amarelo levando à produção de estrogénios e de progesterona. Ovários É nos ovários que se formam os gâmetas femininos – Ovócitos . A produção dos gâmetas femininos inicia-se no 4.º mês de gestação. As células que vão formar os ovócitos já estão presentes na criança recém-nascida e fazem parte de estruturas denominadas folículos ováricos . Os folículos ováricos estão em repouso até à puberdade. Folículo Ovócito

Ciclo Sexual Feminino ( Ciclo Menstrual ) O ciclo sexual é um conjunto de processos cíclicos que compreendem alterações nos ovários e no útero de uma mulher em idade fértil. A duração de cada ciclo compreende o período de tempo que decorre desde o primeiro dia de menstruação até à véspera da menstruação seguinte. A duração é em média

de 28 dias, podendo variar segundo os indivíduos com a idade e com outros fatores, como o stress. Ciclo Ovárico Ciclo Uterino

Ciclo Ovárico O ciclo ovárico é caracterizado pela evolução de um folículo que ocorre em três fases: – Fase Folicular Ovulação Fase Luteínica Ovócito Corpo amarelo Corpo amarelo degenerado Zona cortical Zona medular

 - Fase Folicular – Ocorre durante 14 dias, antes da ovulação. Caracteriza-se pelo desenvolvimento folicular estimulado pela FSH. Apenas um folículo atinge a maturação, degenerando os restantes. Os folículos produzem Estrogénios. – Ovulação – Ocorre no 14.º dia, por aumento da LH. O folículo maduro rompe-se e dá-se a expulsão do ovócito, que entra na trompa de Falópio. – Fase Luteínica – Ocorre durante 14 dias, após a ovulação. A parede do ovário cicatriza e as células folículares transformam-se numa estrutura com um pigmento amarelo – corpo lúteo (corpo amarelo). A hormona LH promove o desenvolvimento do corpo amarelo e este produz hormonas – Estrogénios e Progesterona. Fase Folicular Ovulação Fase Luteínica Ciclo Ovárico

Ovócito Mede cerca de 0,15mm. Possui um citoplasma rico em substâncias de reserva que vão servir para a nutrição do embrião nos primeiros dias.

Ciclo Uterino O útero é um órgão de paredes musculares revestidas internamente por um tecido rico em vasos sanguíneos e em glândulas, que constitui a mucosa uterina ou endométrio . O endométrio experimenta uma série de transformações durante o ciclo, com o objectivo de criar condições para acolher o ovo ou zigoto. Fase Menstrual Fase Proliferativa Fase Secretora

Fase menstrual – Inicia-se por uma hemorragia devido a uma ruptura dos vasos sanguíneos, no decurso da qual a mucosa uterina se desagrega parcialmente. O sangue, juntamente com os restos de mucosa, formam um fluxo que dura cerca de 5 dias – menstruação . Fase Menstrual Ciclo Uterino

Fase Proliferativa – Tem a duração de cerca de 9 dias. O endométrio regenera e vasculariza até atingir cerca de 5 mm de espessura. Fase Proliferativa Fase Menstrual Ciclo Uterino

Fase Secretora – Tem a duração de cerca de 14 dias, nos quais as glândulas e os vasos sanguíneos desenvolvem-se, ficando o útero preparado para receber o novo ser, caso ocorra a fecundação. Se não ocorrer fecundação, inicia-se uma nova fase menstrual, iniciando-se outro ciclo. Fase Secretora Fase Proliferativa Fase Menstrual Ciclo Uterino

Disfunções

MASCULINAS:

  • Varicoceles
  • Infertilidades com oligozoospermia
  • Diminuição de testosterona
  • Dores escrotais e testiulares
  • Alterações funcionais da próstata
  • Alterações da bexiga urinária

FEMININAS:

  • Infertilidade com relação aos ovários e hipófise
  • Dismenorréias
  • Alterações do fluxo menstrual
  • TPM
  • Dispareunia
  • Vaginismo

2º CHAKRA – SACRAL OU UMBILICAL

Força e vitalidade física.

Qualidades Positivas: Assimilação de novas ideias, Dar e Receber, Desejo, Emoções, Mudanças, Prazer, Saúde e Tolerância.

Qualidades Negativas: Confusão, Ciúme, Impotência, Problemas da bexiga e Problemas Sexuais.

O segundo chacra (conhecido como Chacra esplênico, sacro ou do baço), relaciona-se com o poder criador da energia sexual. Quando esse chacra está enfraquecido indica distúrbios da sexualidade ou disfunções endócrinas. Quando excessivamente energizado, indica excesso de hormônios e sexualidade exacerbada.

Tratamento

- Normalizar SEB – Hipófise e epífise

- Liberar artéria carótida interna e vertebral (Polígono de Willis)

- Normalizar as disfunções de útero, ovário e testículos

- Liberar artéria testicular/ovárica

- Normalizar o sacro, L2/L3 quando em disfunção.

- Mobilidade e motilidade de útero, ovários e testículos

- TCS

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Liberação de artérias carótidas interna

 

37

Liberação de artérias carótidas interna

 

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Liberação da artéria vertebral

 

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Normalização da Hipófise

 

Supra-renais

Nos mamíferos, as glândulas suprarrenais ou glândulas adrenais são glândulas endócrinas envolvidas por uma cápsula fibrosa e situadas acima dos rins. Nos humanos, a suprarrenal direita tem formato triangular, enquanto a esquerda tem a forma de meia-lua. São principalmente responsáveis pela liberação de hormônios em resposta ao stress através da síntese e liberação de hormonas corticosteroides, como o cortisol, e de catecolaminas, como a adrenalina (ou epinefrina). Estimulam a conversão de proteínas e gorduras em glicose, ao mesmo tempo que diminuem a captação de glicose pelas células, aumentando, assim, a utilização de gorduras.

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FUNÇÃO

As suprarrenais afetam o funcionamento dos rins através da secreção da aldosterona, um hormônio envolvido na regulação da osmolaridade do plasma sanguíneo.

A glândula adrenal (ou supra-renal) é dividida em córtex e medula, e cada uma dessas partes secreta hormônios. O córtex produz corticoesteroides, e a medula catecolaminas.

A parte mais externa (córtex) é subdividida em três camadas: glomerulosa, fasciculada e reticulada. A camada superficial é a glomerulosa, e ela libera mineralocorticoides, dos quais o mais importante é a aldosterona. Após a camada glomerulosa vem a fasciculada, que libera os glicocorticoides (o principal é o cortisol), que são responsáveis pelo metabolismo dos carboidratos, gorduras e proteínas no organismo. A última camada do córtex adrenal é a reticulada, que produz hormônios androgênios.

A liberação do ACTH (corticotropina) pela adeno-hipófise estimula a secreção dos glicocorticoides. A estimulação da aldosterona é feita pelos níveis de angiotensina II e de potássio sérico (se o potássio está elevado, a aldosterona elimina potássio e reabsorve sódio e água).

As catecolaminas (dopamina, noradrenalina e adrenalina) são produzidas na parte medular da glândula.

Em geral, as glândulas adrenais (supra-renais) tornam-se “exauridas” em conseqüência das constantes exigências que o organismo sofre quando se encontra sobrecarregado e estressado. A exaustão adrenal pode fazer com que uma pessoa se sinta “estressada”, cansada, desvitalizada e fique propensa a alergias; enquanto a excessiva atividade adrenal predispõe à ansiedade, à hipertensão arterial, à depressão, à elevação da quantidade do açúcar ou glicose no sangue (hiperglicemia) e ao aumento da quantidade de colesterol (hipercolesterolemia).

A fadiga adrenal é um distúrbio (doença) que, geralmente, manifesta-se após períodos prolongados de estresse físico ou mental ou pela insistência da pessoa em trabalhar até a exaustão, sem intervalos para descanso, lazer e relaxamento. O hábito de dormir tarde também pode contribuir para sobrecarregar e exaurir as glândulas adrenais. Alguns sintomas e sinais: alergias, fraqueza muscular, fadiga crônica, prisão de ventre, diarréia, queda da pressão arterial ao se levantar, etc. O tratamento inclui: repouso, dormir cedo, relaxamento, lazer, atividade física moderada e balanceada, modificação dos hábitos alimentares e o uso, sob orientação terapêutica, de um complexo polivitamínico, polimineral e de aminoácidos. A atrofia ou a contração do córtex adrenal é um efeito adverso muito comum ao estresse.

Hiperfunção

Quando as supra-renais funcionam demasiadamente, leva a alguns tipos de problemas de sobrevivência em função do hormônio afetado:

Influência dos corticóides:

- Rosto inchados, mais arredondados.

- Bochechas vermelhas e manchadas

- Aumento de depósito de gorduras (aterosclerose)

- Atrofia muscular

- Retardo no crescimento, osteoporoses principalmente ao nível vertebral por diminuição da absorção de  Ca e de vitamina K.

- Fragilidade capilar

- Risco de diabetes e HÁ

- Supressão de hormônios andrógenos.

Excesso de androgênico

- Aumento das acnes, como na adolescência onde o crescimento consume muito zinco e cobre, os quais são consumidos rapidamente quando temos estresse.

- Crescimento de pelos na face e o corpo feminino tem tendência a se masculinizar.

- Os homens ficam mais agressivos

Excesso de aldosterona

- Retenção de água e sódio

- Cãibras

- Formigamento das extremidades

- Tetânia pela alcalinidade do sangue. Precisamos corrigir a ação do paratohormônio que acidifica o sangue e reabsorve o sangue

Excitação da medula supra-renal

- Em seguida a reação é um excesso de adrenalina que leva a hipertensão e a aceleração do ritmo. Resposta de luta ou fuga.

- São pessoas que não dominam o estresse facilmente. Este excesso provoca uma secreção de outros hormônios.

- Nos músculos teríamos espasmos e tensões musculares na região das supra-renais.

Hipofunção

Num estresse crônico, leva a um círculo vicioso gerando ansiedade e a tendências das supra-renais a se esgotarem.

- Dificuldade para levantar-se de manhã antes das 10:00 hs e sono após as 16:00 hs. Melhora após o jantar

- Cansaço que não se repara com o sono

- Desejo de alimentos salgados

- Letargia, tudo parece um esforço enorme.

- Náuseas nas mudanças ortostáticas

- Ligeira depressão

- Diminuição das sensações de prazer e alegria

- Aumento de TPM

- Diminuição da produtividade, concentração, pensamentos confusos, perda de foco, dificuldade para tomar decisões.

- Perda de memória.

Causas

  • Depressão, ansiedade, medos, agressividade, culpabilidade.
  • Trabalho extra ou tensões físicas e/ou emocionais, atitudes negativas.
  • Exercícios excessivos, falta de sono
  • Cirurgias e traumas
  • Inflamações e/ou dores e /ou cansaço crônico
  • Mal absorção e/ou indigestão.
  • Exposição as toxinas industriais e/ou ambientais
  • Enfermidades crônicas, alergias crônicas e severas
  • Deficiências nutricionais, excesso de cafeína, fumantes
  • Crianças nascidas de mãe com deficiência de supra-renais, tem tendência a ter mais alterações de supra-renais e a infecções respiratórias.

1º CHAKRA – RAIZ

Funções: Traz vitalidade para o corpo físico.

Qualidades Positivas: Coragem, Estabilidade. Individualidade, Paciência, Saúde, Sucesso e Segurança.

Qualidades Negativas: Insegurança, Raiva, Tensão e Violência.

O primeiro chacra (conhecido como Chacra Base ou Raiz), situado na base da espinha dorsal, é responsável pela energização geral do organismo, e por ele penetram as energias cósmicas mais sutis, que a seguir são distribuídas pelo corpo. Quando esse chacra é estimulado, propicia uma boa captação energética..

Tratamento

- Diafragma e suas relações

- Psoas

- Plexo solar

- Fígado/rins

- Trabalho miofascial específico da glândula

- Normalização de T8-T12., que podem levar a uma simpaticotonia para as glândulas e também ser uma hipo atividade da supra-renal.

- Técnica de estimulação ou inibição das 9ª à 12ª costelas

- Artérias

- Pontos reflexos de Chapman das supra-renais

- Eixo hipófise-hipotalâmico

- Regularizar o sistema simpático ou parassimpático.

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Técnicas de supra-renais

 

42

Liberação das artérias renais/supra-renais/frênicas

 

43

Técnica de rins

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