A OSTEOPATIA PODE MELHORAR A DOR EM MULHERES NO PÓS-PARTO

Dar toda a atenção ao recém-nascido pode ser sua prioridade depois de ter um bebê, mas também é de suma importância se concentrar em sua própria recuperação, incluindo os sintomas durante o período chamado quarentena.

A osteopatia usa de diversas ferramentas para prevenir e tratar mulheres para que possam passar por esse momento em sua vida da melhor forma possível. Os osteopatas são capacitados a usar ferramentas para ajudar a diagnosticar lesões e tratar as dores que são muito frequentes após o parto.

As técnicas são usadas visando relaxar os músculos que estão sofrendo algum tipo de tensão e aliviar as tensões ligamentares para reduzir as dores. Resultados preliminares de um estudo no The Journal of the American Osteopathic Association demonstra que a osteopatia pode ajudar as mulheres que sofrem com dor aguda no pós-parto, independentemente de ter tido parto normal ou cesariana.

Através do tratamento osteopatico, o numero de pacientes que apresentavam dores lombares diminuiu 30 %, as dores abdominais diminuiu em 17% e a dor vaginal diminuiu em 10% segundo o estudo.

Segundo a Olivia Cannon, DO, vice-presidente do American College of Osteopathic Obstetras e Ginecologistas “O corpo das mamães passa por grandes doses de estresse, tanto física como mentalmente. ”Este estudo mostra que, o tratamento osteopatico pode melhorar  a qualidade de vida dessas mães e consequentemente sua relação com o bebe.

A osteopatia possui diversas técnicas onde o osteopata qualificado ira se utilizar para tratar diversas regiões do corpo. Estas técnicas podem ajudar:

  • Tratar anormalidades do sistema musculo esquelético.
  • Corrigir desalinhamentos e restrições articulares.
  • Normalizar os músculos e equilibrar os tecidos.
  • Promover um livre fluxo de sangue pra todo o corpo.

As pessoas que mais se beneficiam desses tratamentos, são pacientes que apresentam queixa de: Dor lombar, dor cervical, dor torácica, dores nas pernas, dores de cabeça, dores no joelho, dentre outras.

Leia o artigo na íntegra: http://jaoa.org/article.aspx?articleid=2538810



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